Instrumentos Industriais
Fornecimento e calibração rastreável de instrumentos para medição, controle e segurança de processos — pressão, temperatura, vazão, nível e válvulas de segurança ASME, com certificados RBC/Inmetro e suporte técnico de engenharia.
Linha de instrumentos Rofiallitec
A INV atua como camada técnica e de calibração; para aquisição dos instrumentos, trabalhamos em conjunto com a Rofiallitec Instrumentação Industrial. Consulte as linhas completas de produto:
Para especificação técnica, dimensionamento e calibração pós-venda, fale diretamente com a engenharia da INV.
Instrumentação para produtividade e segurança
A instrumentação industrial é o conjunto de dispositivos que mede, indica, registra, transmite e controla as variáveis físicas e químicas de um processo. É a camada de campo da Pirâmide de Automação (campo → controle → supervisão → MES → ERP) e o ponto de partida para toda decisão operacional baseada em dados.
Quando bem dimensionada e mantida sob controle metrológico, reduz custos, aumenta a produtividade e contribui diretamente para a qualidade e a segurança da produção. A INV fornece os instrumentos, executa a calibração rastreável e dá suporte técnico de engenharia na seleção e aplicação.
O que é instrumentação industrial
É a ciência que estuda, desenvolve e aplica instrumentos de medição e controle de processos — base técnica para operar plantas modernas com previsibilidade.
Para controlar um processo industrial — independentemente do produto fabricado — é necessário medir e controlar uma série de variáveis físicas e químicas. A instrumentação industrial cobre o ciclo completo: medir (sensor), indicar (display local), registrar (data logger / historiador), transmitir (sinal 4–20 mA, HART, Profibus) e controlar (atuação em elemento final).
Engenheiros e técnicos de instrumentação projetam, especificam, instalam, calibram e mantêm esses dispositivos, garantindo que cada medição seja confiável, rastreável e adequada ao processo em que é aplicada.
Variáveis de processo medidas
As principais grandezas controladas em plantas industriais — cada uma com tecnologia, normas e cuidados específicos.
Pressão
Diferencial, manométrica e absoluta em vapor, ar, gases e líquidos — base para controle de processos e proteção de equipamentos.
Temperatura
Variável crítica em reações, trocadores, fornos e caldeiras; impacta diretamente rendimento e segurança operacional.
Vazão
Mássica e volumétrica em linhas de processo, utilidades e batelada — essencial para balanço de massa e custos.
Nível
Controle de tanques, reservatórios, vasos e silos, evitando transbordo, cavitação de bombas e falhas operacionais.
pH e condutividade
Qualidade de água, efluentes e processos químicos; garante conformidade ambiental e estabilidade reacional.
Densidade e viscosidade
Caracterização de fluidos em refino, petroquímica, alimentos e bebidas, sustentando especificação do produto.
Tipos de instrumentos por função
Cada instrumento ocupa uma posição na malha de controle — entender o papel evita superdimensionar ou expor o processo a riscos.
Sensores e transmissores
Convertem a variável física em sinal padronizado (4–20 mA, HART, Foundation Fieldbus, Profibus) para o sistema de controle.
Indicadores e registradores
Mostram localmente o valor da variável e registram o histórico para análise e auditoria.
Controladores (PLC/DCS)
Comparam o valor medido com o set-point e ajustam atuadores para manter o processo dentro da faixa especificada.
Atuadores e elementos finais
Válvulas de controle, inversores, motores e bombas que executam a ação física comandada pelo controlador.
Linha de pressão
Manômetros, transmissores, pressostatos, selos e amortecedores para todas as faixas e fluidos.
Manômetros analógicos
Bourdon em aço carbono ou inox, com glicerina ou seco, escalas de 0–1 a 0–1.000 bar e classes de exatidão 1.0 a 2.5.
Manômetros digitais
Indicação digital com data logger e bateria, classes 0.1 a 0.5, ideais para calibração de campo e diagnóstico.
Transmissores de pressão
Sinal 4–20 mA / HART para pressão manométrica, absoluta e diferencial — alta repetibilidade e ajuste remoto.
Pressostatos
Chaves eletromecânicas ou eletrônicas para alarme e intertravamento por pressão alta ou baixa.
Selos diafragma e amortecedores
Isolam o instrumento de fluidos agressivos, viscosos ou em alta temperatura e reduzem o desgaste por pulsação.
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Linha de temperatura
Sensores e indicadores para todas as faixas — da utilidade ao processo crítico em alta temperatura.
Termômetros bimetálicos
Indicação local robusta para faixas de –40 °C a 500 °C, sem energização elétrica, ideais para utilidades.
Termopares (J, K, T, N)
Cobrem amplas faixas (até 1.200 °C ou mais), resposta rápida e excelente desempenho em ambientes agressivos.
Termorresistências PT100
Maior exatidão e estabilidade até cerca de 600 °C; ligação a 3 ou 4 fios para minimizar erro por resistência do cabo.
Transmissores de temperatura
Convertem o sinal do sensor em 4–20 mA / HART, com linearização e compensação de junta fria integradas.
Poços termométricos
Permitem troca do sensor sem parada de processo e protegem-no de pressão, vibração e ataque químico.
Vazão e nível
Da medição volumétrica simples ao Coriolis para transferência de custódia — tecnologia adequada para cada fluido e exigência regulatória.
Eletromagnéticos
Vazão de líquidos condutivos sem perda de carga, com excelente exatidão — água, efluentes, polpas e químicos.
Ultrassônicos
Tempo de trânsito ou Doppler para líquidos limpos ou com partículas; instalação clamp-on não invasiva.
Vortex e turbina
Vazão de vapor, gases e líquidos limpos; alta repetibilidade em ampla faixa de operação.
Placa de orifício
Solução tradicional com transmissor diferencial; baixo custo e ampla aceitação normativa (ISO 5167).
Coriolis
Medição direta de massa e densidade simultaneamente — preferido em transferência de custódia e fiscalização.
Nível: radar, hidrostático e visor
Radar guiado e não-contato, transmissores hidrostáticos e indicadores visuais por boia ou vidro tubular.
Segurança: válvulas de alívio ASME e dispositivos
Dispositivos de proteção contra sobrepressão e intertravamento — essenciais para conformidade NR-13 e prevenção de acidentes catastróficos.
Válvulas de segurança ASME
Aprovadas conforme ASME Sec. VIII (UV) e Sec. I (V), com capacidade de descarga certificada para vapor, gases, ar e líquidos.
Discos de ruptura
Dispositivos de alívio não-rearmáveis para sobrepressão súbita, usados isolados ou em série com PSV.
Pressostatos de segurança
Chaves de alta e baixa pressão para intertravamento de caldeiras, compressores e sistemas críticos.
Sistemas de bloqueio e alívio
Conjuntos engenheirados conforme API 520/521 para proteção de vasos, colunas e linhas de processo.
Toda válvula de segurança fornecida pela INV é dimensionada conforme API 520/521 e acompanhada de certificado de fabricação. A calibração em bancada selada é executada nos prazos previstos pela NR-13, com selo de inviolabilidade após o ajuste.
Calibração e rastreabilidade metrológica
Garantir que o instrumento mede o que deve medir — com erro conhecido, incerteza declarada e rastreabilidade até o padrão nacional.
Calibração em bancada
Em laboratório climatizado, com padrões de referência rastreáveis e ambiente controlado para incertezas mínimas.
Calibração in loco
No próprio equipamento, sem desmontagem, ideal para reduzir paradas e manter o instrumento nas suas condições reais.
Certificado RBC/Inmetro
Documento com valores medidos, erro, incerteza expandida e cadeia de rastreabilidade até o padrão nacional.
Periodicidade
Definida por criticidade, fabricante e norma aplicável — anual para instrumentos críticos é a prática mais comum.
Trabalhamos com padrões rastreáveis à Rede Brasileira de Calibração (RBC) e ao Inmetro, emitindo certificados com curva de erro, incerteza expandida e parecer técnico — base para auditorias de qualidade, ISO 9001, GMP e NR-13.
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Perguntas frequentes sobre instrumentação industrial
O que é instrumentação industrial?
É a ciência que estuda, desenvolve e aplica instrumentos de medição e controle de variáveis físicas e químicas em processos industriais — pressão, temperatura, vazão, nível, pH e outras — fornecendo aos sistemas de automação os dados necessários para operar a planta com segurança, qualidade e produtividade.
Qual a diferença entre manômetro e transmissor de pressão?
O manômetro é um instrumento indicador local — mostra a pressão no próprio mostrador. O transmissor converte a pressão em sinal eletrônico (4–20 mA, HART, Profibus) enviado ao controlador ou sistema supervisório, permitindo registro, alarme e controle automático em malha fechada.
Quando é preciso calibrar um instrumento?
Sempre antes da entrada em operação, em periodicidade definida pelo procedimento de manutenção (tipicamente anual para instrumentos críticos), após reparo ou pancada, em caso de leitura suspeita e nas inspeções de segurança exigidas por normas como a NR-13.
Válvula de segurança aprovada ASME é obrigatória?
Para vasos de pressão e caldeiras enquadrados pela NR-13 e construídos sob ASME Sec. VIII / Sec. I, sim — o dispositivo de alívio precisa carregar o selo UV ou V do ASME, garantindo capacidade de descarga certificada para impedir sobrepressão catastrófica.
Devo usar termopar ou PT100?
PT100 oferece maior exatidão e estabilidade até cerca de 600 °C — ideal para processos críticos e farmacêuticos. Termopares (J, K, T, N, S) cobrem faixas mais amplas, suportam vibração e ambientes agressivos, sendo preferidos em caldeiras, fornos e maçaricos.
O que significa a classe de exatidão de um instrumento?
É o erro máximo admissível expresso como percentual do fundo de escala. Um manômetro classe 1.0 com escala de 0–10 bar pode errar até ±0,1 bar em qualquer ponto. Escolha a classe de acordo com a criticidade da medição: 0.25 e 0.6 para padrão e calibração, 1.0 e 1.6 para processo, 2.5 para serviço geral.
Instrumento sem certificado de calibração pode ser usado?
Não em aplicações sujeitas a NR-13, ISO 9001, GMP ou auditorias técnicas. A rastreabilidade metrológica (RBC/Inmetro) é exigida para validar a medição. Instrumentos sem certificado podem ser empregados apenas em indicações não críticas, devidamente identificados como ‘fora do controle metrológico’.
